Festa da Eucaristia

  • Reunião de pais

    • no dia 25 de setembro às 21h30 no Auditório

    • Devem ser protadores da vossa própria máscara

  • Reunião de preparação das crianças

    • 3 de outubro às 9h30 no auditório​

    • As crianças devem ser portadoras da sua própria máscara

  • Datas da festa​ (sempre às 10h00)

    • 11 de outubro​

    • 18 de outubro

    • 25 de outubro

  • Batizados

    • Dia 25 e Outubro​

Festa da Fé

  • Reunião de pais

    • no dia 2 de Outubro às 21h30 no Polivalente

    • Devem ser protadores da vossa própria máscara

  • Reunião de preparação

    • 10 de outubro às 9h30 no auditório​

    • As crianças devem ser portadoras da sua própria máscara

  • Datas da festa​ (sempre às 15h00)

    • 17 de outubro​

    • 24 de outubro

  • Batizados

    • Dia 24 e Outubro

Bem-vindos a Mafamude

A Paróquia pretende ser um espaço de atendimento e de acolhimento fraterno, aberto a todos os que, seriamente, se interrogam sobre a questão de Deus e querem aprofundar e celebrar a Fé.

Igreja Paroquial

Horário de Abertura e Fecho

  • Semana (Seg. a sábado)

    • 9h00 às 12h00

    • 15h00 às 19h30

  • Domingos e Dias Santos

    • 9h00 - 13h00

  • Cartório Paroquial​

    • Terça a Sexta:

      • 15h00-19h00

    • Sábado encerrado

Durante o Estado de Emergência:

 

Ao Domingo: 10h00 e 11H30 

 

Sábado: 18h00 Missa Vespertina  

 

À Segunda-feira: não há celebração da Eucaristia.

 

De Terça-feira a sexta-feira: 19h.

 

Horários das Missas

Para Visitar

A catequese está a decorrer ONLINE    + SABER +

Movimentos e Iniciativas

Atreve-te a Ajudar

Projeto de solidariedade.

Pastoral da Família

Missão e Iniciativas.

Estão permitidas as deslocações dos fiéis para a participação presencial nas celebrações da Eucaristia, em qualquer dia da semana.


A gravidade da situação epidemiológica requer, todavia, o dever de "ficar em casa", o mais possível, sempre que possível.


A deslocação de casa para a Igreja só faz sentido se entendermos a Eucaristia como um bem supremo, essencial, indispensável, e a celebração comunitária como uma fonte de consolação, de ânimo e de esperança em tempos tão difíceis como estes.


Que Deus nos livre de uma participação, como moeda de troca para "desconfinar".


Nós tudo faremos, para que cada celebração seja um encontro que revigore as nossas forças e o nosso cuidado atento de uns pelos outros.

Que dizem os homens da
Eucaristia? E vós, que dizeis?

O que tem a ver a fé com o alfabeto dos afetos? O facto é que a fé, a verdadeira, tem a ver com tudo: com os afetos, com o pensamento, com a vida.


No período tão estranho que vivemos, a impossibilidade para muitos de frequentar os sacramentos, e a missa em particular, tem colocado os católicos perante uma situação inédita, que suscita várias interrogações.

Na discussão que se abriu em muitos média, fez-me refletir de maneira particular um comentário que li no Facebook. Uma pessoa que conheço, distante da fé mas não hostil de modo preconceituoso, escreveu: porque é que os cristãos não podem renunciar por um pouco aos seus ritos, em vista da saúde de todos e do bem comum?


Parece-me que esta pergunta exprime muito bem a subvalorização generalizada daquilo que os crentes colocam, ao contrário, como uma questão crucial, e que é a consequência lógica daquele pensamento: que a Eucaristia seja para nós “um rito”. Um rito certamente importante, respeitável, dotado de um forte valor simbólico e identitário, mas como todos os ritos decerto não indispensável em tempo de crise, porque a vida concreta vem antes de qualquer rito, ainda que seja importante.


Mas, realmente, o que nos faltou – e para muitos continua a faltar – é um rito? Um rito belíssimo, profundo, pleno de significados simbólicos, rico de valor identitário?


É disto que se trata?


Creio que responder a esta pergunta é importante, porque a questão põe à luz o quão profunda e espalhada é hoje a incompreensão sobre o significado verdadeiro da fé. Nós temos de responder: não, não se trata só de um rito, nem da simples memória de um acontecimento antigo, porque no Sacramento exprimimos a certeza de encontrar Alguém. A fé, para nós, é acreditar que na Eucaristia encontramos uma Pessoa viva, concreta e tangível: a Pessoa do Ressuscitado. A fé diz-nos que não se trata de um encontro simbólico, mas de um encontro que tem a mesma consistência e realidade de um abraço, o encontro com uma Pessoa amada e que nos ama. Nós acreditamos numa Presença concreta, e vamos com alegria encontrar concretamente (não simbolicamente) Alguém que amamos.
Esta foi a maravilha e a dureza da mensagem cristã desde as origens: a entrada concreta, física, de Deus no nosso mundo. A presença de Deus, com um corpo que toca, acaricia, ama, sofre, morre. Um Deus morto e ressuscitado que não está algures, mas permanece connosco e continua a tocar, acariciar, amar; continua a sofrer com quem sofre e a morrer com quem morre.


O cristão não vive de símbolos, mas de uma realidade mais verdadeira e real do que qualquer outra realidade contingente. Acreditamos nisto verdadeiramente?
 
Mariolina Ceriotti Migliarese | Neuropsiquiatra infantil, psicoterapeuta
In Avvenire
Trad.: Rui Jorge Martins | Publicado em 25.06.2020

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